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Brasil tem superávit de US$ 6,4 bi em março, abaixo das projeções do mercado

Saldo positivo da balança foi sustentado por alta nas exportações de indústria extrativa e de transformação, mas ficou aquém da mediana das expectativas de US$ 7,55 bilhões.

Redação - Vale Celulose - Três Lagoas 
07/04/26 às 15h49
(Foto: Porto de Santos, em Santos (SP) imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 6,405 bilhões em março, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 7, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O valor foi alcançado com exportações de US$ 31,603 bilhões e importações de US$ 25,199 bilhões.

O resultado de março ficou abaixo da mediana das estimativas do mercado financeiro apontada na pesquisa  Projeções Broadcast , de superávit comercial de US$ 7,55 bilhões, após saldo positivo de US$ 4,208 bilhões em fevereiro.

As estimativas do mercado para esta leitura variavam de US$ 5,9 bilhões a US$ 8,5 bilhões.

Em março, as exportações registraram alta de 10% na comparação com o mesmo mês de 2025, com crescimento de 1,1% em Agropecuária, que somou US$ 8,256 bilhões; avanço de 36,4% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 7,359 bilhões; e, por fim, crescimento de 5,4% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 15,822 bilhões. As importações subiram 20,1% em março ante igual mês de 2025, com queda de 10,2% em Agropecuária, que somou US$ 517 milhões; alta de 24,1% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,171 bilhão; e expansão de 20,8% em Indústria de Transformação, que totalizou US$ 23,347 bilhões.

Acumulado

De acordo com a Secex, a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 14,175 bilhões no ano até março. O valor no primeiro trimestre foi alcançado com exportações de US$ 82,338 bilhões e importações de US$ 68,163 bilhões e é 47,6% maior do que no mesmo período de 2025.

As importações subiram 1,3% de janeiro a março de 2026 ante o mesmo período de 2025, com queda de 19,9% em Agropecuária, que somou US$ 1,379 bilhão; queda de 7,4% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 2,772 bilhões; e, por fim, crescimento de 2,3% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 63,540 bilhões.

 

Fonte: Estadão/infomoney

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