A aposta da Suzano em soluções naturais para proteger suas florestas plantadas segue avançando em Mato Grosso do Sul . Em 2025, a empresa liberou 153,8 milhões de insetos benéficos em áreas de eucalipto , consolidando o crescimento do seu Programa de Biocontrole Florestal e ampliando o uso de tecnologias sustentáveis no manejo das plantações.
Ao longo do ano, o programa beneficiou 177,2 mil hectares de florestas cultivadas no Estado, uma expansão de 50% em comparação com 2024. Os resultados demonstram a eficiência da estratégia: 92,5% das áreas tratadas não necessitaram de intervenções adicionais , enquanto houve redução de 59% no uso de defensivos pulverizados e de 48% no consumo de água , reforçando o compromisso da companhia com uma produção florestal sustentável .
Além das conhecidas joaninhas , o programa utiliza microvespas parasitoides que atuam no controle natural de lagartas desfolhadoras, do psilídeo-de-concha, da vespa-da-galha e do percevejo bronzeado, principais pragas que afetam o cultivo de eucalipto . Esses organismos interrompem o ciclo de desenvolvimento das pragas e reduzem a necessidade de aplicações químicas.
"A ampliação do uso de insetos benéficos representa a evolução nas operações florestais e no manejo biológico da Suzano em Mato Grosso do Sul. Ao incorporar novas espécies, conseguimos tornar o controle natural de pragas ainda mais eficiente, reduzindo a dependência de defensivos, os custos operacionais e avançando cada vez mais para um manejo regenerativo. É uma estratégia que alia produtividade e conservação ambiental de forma concreta, com respeito às pessoas e ao meio ambiente", afirma Maria Carolina Zonete, diretora de Operações Florestais da Suzano em Mato Grosso do Sul.
