A Suzano participou dessa agenda por meio de painéis, mesas-redondas, reuniões bilaterais para influenciar agendas, fortalecer relacionamentos e demonstrar, com evidências e escala, como transformamos compromissos em progresso concreto.
Para além da agenda de implementação, que tem sido foco de muitos debates, outro tema que ganhou espaço em Nova York foi a agenda de Natureza e como ela vem se tornando uma questão financeira, migrando do campo da sustentabilidade para o centro da gestão de riscos, da alocação de capital e das decisões estratégicas corporativas.
Nesse contexto, o Brasil tem importantes contribuições a oferecer. Florestas, biodiversidade, energia renovável e bioeconomia estão entre os ativos que posicionam o país de forma relevante na construção de uma economia de baixo carbono.
Para a Suzano, os debates da NYCW demonstraram um alinhamento muito forte entre as tendências globais e os diferenciais competitivos da empresa. A crescente demanda por métricas de natureza, investimentos em capital natural e soluções para adaptação climática cria uma oportunidade ímpar para a empresa liderar debates globais e demonstrar, por meio de evidências, que conservação e produção podem gerar valor simultaneamente.
